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| Eu, na ala "Morte e Vida Severina". Universidade de Samba "Boêmios do Laguinho" - Carnaval 2013. FOTO: FLÁVIA PENNAFORT. |
sexta-feira, 22 de março de 2013
Fotografia do mês de fevereiro.
A Imprensa no Amapá.
A IMPRENSA NO AMAPÁ - Continuação da Postagem do dia 1° de junho de 2012, da Exposição feita pelo Conselheiro Hélio Pennafort na
Reunião do dia 25 de maio de 1994, no Conselho Estadual de Cultura. *
O primeiro veículo de divulgação em áudio que apareceu em
Macapá foi um serviço de alto-falante, inaugurado às 17 horas do dia 25 de
fevereiro de 1945, na Praça Veiga Cabral. Pertencia ao Serviço de Imprensa e
Propaganda do Governo do Território Federal do Amapá. E o primeiro a ocupar seu
microfone foi o Chefe desse serviço, Dr. Paulo Eleutério Cavalcanti Filho, logo
depois de tocada a Marcha Continental, o prefixo. Ele explicou que aquela
aparelhagem destinava-se a divulgar os atos do Governador, notícias da
administração, programas musicais e animar festividades cívicas e eventos
esportivos.
A ideia funcionou. Com o passar dos dias, as proximidades do
serviço de alto-falante virou ponto de concentração dos que queriam se manter
bem informados sobre as iniciativas do Governador naqueles tempos pioneiros do
Território do Amapá.
Com o crescimento da população do Território e o
desenvolvimento das ações governamentais, contudo, o Governo sentiu a
necessidade de ampliar o seu esquema de comunicação social e criou a Rádio
Difusora de Macapá, no dia 11 de setembro de 1946, passando então a contar com
dois órgãos de divulgação de boa penetração, uma vez que já circulava o jornal
“Amapá”, com distribuição em praticamente todos os núcleos populacionais do
Território.
A Rádio Difusora de Macapá começou com 250 watts de potência
num transmissor de ondas médias. Recebeu o prefixo ZYE-2 e o seu slogan era
“Uma Voz do Amapá a Serviço do Brasil”.
Dirigida inicialmente
por Paulo Eleutério Filho e com uma equipe de radialistas extraída do
próprio quadro de funcionários do Governo do Território, a Rádio Difusora de
Macapá chegou a se igualar às melhores emissoras da Amazônia, refletindo muito
bem por aqui a Época de Ouro do Rádio, que o Brasil atravessava.
O avanço da radiofonia era acompanhado tanto no campo
tecnológico quanto na área de programação. A grade de programação da Rádio
Difusora nos primeiros anos consistia em programas musicais pela manhã, “carnet
social” no início da tarde (“carnet social” era o programa que destacava os
aniversários do dia, com o oferecimento de músicas aos aniversariantes). Depois
mais programas musicais, tipo “Peça e Ouça”, até às 18 horas, quando entrava a
prece da Ave Maria, seguida de programas de formação religiosa ou que continham
lições de vida, que nessa época tinham como carro-chefe o Pausa Para Meditação,
produzido e apresentado por Júlio Louzada, um dos maiores radialistas da época.
Às 19 horas entrava a Voz do Brasil, programa obrigatório,
criado por Getúlio Vargas para enaltecer o Estado Novo e que até hoje ainda
frequenta os rádios brasileiros. Só que a duração da Voz do Brasil nesse tempo
era de apenas meia hora. Quando terminava, os locutores anunciavam o Grande
Jornal Falado E-2. Tratava-se de um noticiário denso, muito bem elaborado, que
informava o que de mais importante acontecia no Amapá, no Brasil e no Mundo.
...
...
Após o Jornal Falado, a Rádio Difusora abria espaço para o
rádio-teatro, com a apresentação de novelas de autores nacionais e
dramatizações de episódios da História do Amapá e fatos de grande importância
registrados nesses anos. Havia também programas especiais, como o Clube do Guri
e Desfile de Calouros, apresentados no “palco auditório” da Rádio ou no
Cine-Teatro Territorial. Todas as solenidades cívicas eram transmitidas, como
também as partidas de futebol e as famosas batalhas de confete, que
inicialmente se realizavam na frente do Macapá-Hotel e no Bar do Barrigudo, no
Bairro do Trem.
A partir de 1950, a Difusora passou a contar com um
transmissor de Ondas Curtas, operando na frequência de 4.915 khz, passando a
ser ouvida em todos os quadrantes do Amapá e muito além de suas fronteiras.
Com o passar do tempo, no entanto, a Rádio Difusora de Macapá
teve que substituir aos poucos a sua programação original devido a carência de
recursos humanos, que se acentuou com a saída de grande parte da equipe de
radialistas que atuou na década de 50, principalmente os radioatores,
sonoplastas e produtores de programas. Em 1978, a Rádio Difusora saiu do ar,
cedendo lugar a Rádio Nacional. Foi quando o governo brasileiro criou a
Radiobrás, subordinando a ela todas as emissoras oficiais. Mas com a
transformação do Amapá em Estado, foi a vez da Rádio Nacional ser desativada,
voltando ao ar a Rádio Difusora, em 1989.
Continua...
* O texto foi resumido.
Museu Joaquim Caetano da Silva - Peças do Acervo Arqueológico.
Fotos/informações: Professor/Historiador José Farias
Museu Joaquim Caetano da Silva.
CALÇOENE
URNA FUNERÁRIA COM APLIQUES ZOOMORFOS
URNA FUNERÁRIA
Procedência: Calçoene
Altura: 32,0 cm.
Espessura da Borda: 1,0 cm
Diâmetro : 28,4 cm.
Diâmetro de Bojo 58,0 cm.
Diâmetro de Base : 20,0 cm.
Peso : 12,0 kg
Fase : Aristé séc. XVI a XVII
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VASILHAME
CURIAÚ
URNA FUNERÁRIA
Procedência: Curiaú
Altura: 31,0 cm.
Espessura da Borda: 1,0 cm
Diâmetro: 23,0 cm.
Diâmetro de Bojo: 30,0 cm.
Diâmetro de Base : 12 ,0 cm.
Peso : 3,0 kg
Fase : Aristé séc. XVI a XVII
|
MAZAGÃO
URNA FUNERÁRIA
URNA FUNERÁRIA ANTROPOMORFA
Procedência: Camaipí - Mazagão
Altura: 60,5 cm.
Espessura da Borda: 1,5 cm
Diâmetro : 48,0 cm.
Diâmetro de Bojo 70,0 cm.
Diâmetro de Base : 20,0 cm.
Peso : 26,0 kg
Fase : Aristé séc. XVI a XVII
|
OIAPOQUE
URNA FUNERÁRIA COM INCISÕES
URNA FUNERÁRIA
VASO
Procedência: Rio Caciporé – Vila Velha - Oiapoque
Altura: 10,0 cm.
Espessura da Borda: 0,8 cm
Diâmetro : 14,0 cm.
Diâmetro de Bojo: 18,0 cm.
Diâmetro de Base : 0,0 cm.
Fase : Aristé séc. XVI a XVII
|
BILHA
PACOVAL
BANDEJA COM APLIQUES ZOOMORFOS
ALGUIDAR
Procedência: Bairro Pacoval
Altura: 13 cm.
Espessura da Borda: 3,5 cm.
Diâmetro: 48,0 cm.
Diâmetro de Bojo: 48,0 cm.
Diâmetro de Base : xx
Peso : 2,80 kg
Fase : Aristé séc. XVI a XVII
|
Procedência: Bairro Pacoval
Altura: 13 cm.
Espessura da Borda: 1,0 cm.
Diâmetro: 37,0 cm.
Diâmetro de Bojo: 37,0 cm.
Diâmetro de Base : 14,0 cm.
Peso : 1,5 kg
Fase : Aristé séc. XVI a XVII
|
URNA COM APLIQUES ANTROPOMORFOS
URNA COM APLIQUES ANTROPOMORFOS
RECIPIENTES
Procedência: Bairro Pacoval
Altura: 48,0 cm.
Espessura da Borda: 0,8 mm
Diâmetro: 25,0 cm.
Diâmetro de Bojo: 25,0 cm.
Diâmetro de Base : 16,5 cm.
Peso : 6,0 kg
Fase : Aristé séc. XVI a XVII
|
Procedência: Bairro Pacoval
Altura: 41,0 cm.
Espessura da Borda: 1,0 cm
Diâmetro : 33,5 cm.
Diâmetro de Bojo: 33,5 cm.
Diâmetro de Base : 10,0 cm.
Peso : 4,0 kg
Fase : Aristé séc. XVI a XVII
|
PRATO
Procedência: Bairro do Pacoval
Altura: 7,5 cm.
Espessura da Borda: 1,0 cm
Diâmetro: 29,0 cm.
Diâmetro de Bojo: 29,0 cm.
Diâmetro de Base : 6,0 cm.
Peso : 300,0 g
Fase : Aristé séc. XVI a XVII
|
TAMPA DE URNA FUNERÁRIA ANTROPOMORFA
Procedência: Bairro do Pacoval
Altura: 14,5 cm.
Espessura da Borda: 0,5 mm
Diâmetro: 19,0 cm.
Diâmetro de Bojo: 19,0 cm.
Diâmetro de Base : xx.
Peso : 300,0 g
Fase : Aristé séc. XVI a XVII
|
URNA FUNERÁRIA ANTROPOMORFA COM GRAFISMO
Procedência: Bairro do Pacoval
Altura: 52,0 cm.
Espessura da Borda: 1,0 mm
Diâmetro: 16,5 cm.
Diâmetro de Bojo: 33,0 cm.
Diâmetro de Base : xx.
Peso : 8,0 g
Fase : Aristé séc. XVI a XVII
|
URNA FUNERÁRIA COM GRAFISMO
Procedência: Bairro do Pacoval
Altura: 31,0 cm.
Espessura da Borda: 1,2 cm
Diâmetro: 29,5 cm.
Diâmetro de Bojo: 43,0 cm.
Diâmetro de Base : 10 ,0 cm.
Peso : 6,0 kg
Fase : Aristé séc. XVI a XVII
|
ALGUIDAR
Procedência: Bairro Pacoval
Altura: 19,0 cm.
Espessura da Borda: 0,8 cm
Diâmetro : 41,5 cm.
Diâmetro de Bojo : 41,5 cm.
Diâmetro de Base :15,0 cm.
Peso : 3 kg
Fase : Aristé séc. XVI a XVII
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URNA FUNERÁRIA
Procedência: Bairro Pacoval
Altura: 41,0 cm.
Espessura da Borda: 1,0 cm
Diâmetro : 24,0 cm.
Diâmetro de Bojo: 45,0 cm.
Diâmetro de Base : 20,0 cm.
Peso : 9,5 kg
Fase : Aristé séc. XVI a XVII
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PORTO GRANDE
URNA ANTROPOMORFA FEMININA
VASO COM APLIQUES ANTROPOMORFO
Procedência: Cupixi – Porto Grande
Altura: 19,5 cm.
Espessura da Borda: 0,5 cm
Diâmetro : 14,0 cm.
Diâmetro de Bojo : 19,0 cm.
Diâmetro de Base :13,0 cm.
Peso : 500 g
Fase : Mazagão séc. XIII a XVI
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SANTA LUZIA DO PACUÍ
URNA FUNERÁRIA COM INCISÕES
Procedência: Santa Luzia do Pacuí
Altura: 56,0 cm.
Espessura da Borda: 0,85 cm
Diâmetro: 21,0 cm.
Diâmetro de Bojo: 51,0 cm.
Diâmetro de Base : 15,0 cm.
Peso : 13,5 kg
Fase : Aristé séc. XVI a XVII
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SANTO ANTÔNIO DA PEDREIRA
URNA FUNERÁRIA
VASO e RECIPIENTE COM GRAFISMO
URNA FUNERÁRIA
TARTARUGALZINHO
URNA FUNERÁRIA ANTROPOZOOMORFA
URNA FUNERÁRIA C/APLIQUES ZOOMORFOS
UNIFAP
URNA FUNERÁRIA COM INCISÕES
quarta-feira, 2 de janeiro de 2013
Prainha.
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| Foto: Flávia Pennafort Balneário da "Prainha" (Calçoene-AP) |
Dos muitos braços que dão forma a bacia do Rio Calçoene a cabeceira que dá feitio ao balneário da "Prainha" é um dos mais aprazíveis.
Localizado a cinco quilômetros do município de Calçoene pela BR 156, o balneário aflora em meio a floresta tropical. Suas águas mornas, solo arenoso, rochas de diversos tamanhos e uma avifauna de grande diversidade fazem desse trecho um local ideal para o lazer familiar.
Localizado a cinco quilômetros do município de Calçoene pela BR 156, o balneário aflora em meio a floresta tropical. Suas águas mornas, solo arenoso, rochas de diversos tamanhos e uma avifauna de grande diversidade fazem desse trecho um local ideal para o lazer familiar.
Dependendo do período de chuvas, pouco ou muito intensas, o local se transforma ou em uma piscina de pouca profundidade ou em um rio de águas mansas com pequenas ilhas rochosas.
A vegetação de floresta densa garante sombra e armadores para redes.
Enfim, toda época é época de "Prainha".
A vegetação de floresta densa garante sombra e armadores para redes.
Enfim, toda época é época de "Prainha".
Rochas de Carnot.
Foto: Flávia Pennafort.
| Rochas de Carnot. |
Essas grandes estruturas monolíticas estão assentadas nas colinas arredores da comunidade de Carnot, no município de Calçoene.
Os efeitos intempéricos que as rochas sofreram através do tempo atiçam a imaginação de quem as observa. As rochas exibem fendas de diversos tamanhos e formatos. Algumas pontas salientes dessas fendas chegam a assemelhar o perfil da face humana. É a perfeição com que a natureza molda suas obras através do tempo geológico.
segunda-feira, 10 de dezembro de 2012
Boas Festas!
O fim do ano chegou com graves ameaças ambientais. Queimadas inconsequentes continuam a dizimar a vegetação e ameaçar os ecossistemas da região.
| Queimada na vegetação rasteira. |
A degradação das áreas de mangue pelos rebanhos bubalinos é deprimente.
| Rebanho bubalino na praia do Goiabal-Calçoene. |
Mas a cada dia novos caminhos são abertos. Renovando nossa esperança em um futuro melhor. (?)
Desfrutemos de nosso paraíso com prudência e harmonia.
| Balneário da "Prainha" - Calçoene |
Um Natal iluminado! Um Ano Novo repleto de realizações!
| Barco Pesqueiro. |
São nossos sinceros votos.
Hélida Pennafort e família.
terça-feira, 6 de novembro de 2012
Parque Zoobotânico de Macapá.
O Parque Zoobotânico de Macapá abriga em seus 101 hectares três importantes ecossistemas amazônicos: floresta de terra firme, cerrado e ressaca. Sendo que grande parte deste mosaico está tomado pelo primeiro ecossistema, com destaque para as espécies vegetais da sapucaeira (Lecythis pisonis Cambess) e bacabeira (Oenocarpus bacaba Mar).
| Área de transição entre os ecossistemas de Cerrado e Ressaca. |
Na parte leste, o contexto aberto dá a vez para um significativo cenário de transição de cerrado para ressaca, tendo destaque, neste último, a espécie do buritizeiro (Mauritia flexuosa). Neste local, foram observados vestígios de ações de animais que não pertencem aos ecossistemas em questão. No caso, um animal da espécie bovina e um porco doméstico de grande porte. Este animais pisoteiam e defecam no solo da ressaca interferindo na interação entre o meio biótico e abiótico próprios. Segundo o guarda do parque, esses animais pertencem à propriedades particulares próximas e vão para a reserva em busca de alimento.
| Vegetação de Cerrado |
O cerrado retorna a vez no extremo norte da área, no limite do parque com os arredores urbanizados. Nos pontos oeste e sul a floresta de terra firme volta a ocupar a maior parte do mosaico.
O fato da reserva estar fechada a visitação pública somado a pressão urbana por sua localização acarretam situações preocupantes. É o caso de uma lixeira à céu aberto que está se acumulando na área leste. Moradores e vendedores ambulantes dos arredores depositam lá todo tipo de lixo. Poucos metros após essa lixeira foi localizada uma pequena porção de área desmatada, provando que o parque está vulnerável à ação antrópica em um nível que põe a capacidade de resiliência, desnecessariamente, à prova.
| Aspecto da vegetação de Floresta Tropical. |
A exemplo de outros parques municipais, como o Ibirapuera e Parque da Luz (São Paulo), o Parque Zoobotânico de Macapá precisa fazer parte da rotina de lazer dos macapaenses. Mas para que isso se concretize é preciso haver maior participação da sociedade civil, da classe empresarial e do poder público, todos têm um importante papel a desempenhar para que o potencial de entretenimento da reserva aflore e preencha uma parte importante na vida de todos.
segunda-feira, 24 de setembro de 2012
segunda-feira, 17 de setembro de 2012
Alambique Tumucumaque.
| Cachaça e licor Tumucumaque. |
Os amapaenses apreciadores de uma boa cachaça ou de um delicioso licor terão em breve uma triste perda. O único alambique do Amapá está prestes a adotar um novo estado para desenvolver suas atividades.
Há oito anos, o casal Brasil e Berenice combate todas as adversidades financeiras para exportar as bebidas do município do Amapari para grandes capitais brasileiras e países da União Europeia. Porém, após sofrerem com um ataque de vândalos que atearam fogo no canavial que abastecia a indústria, os ânimos para continuar o trabalho se extinguiram juntamente com a qualidade do solo queimado nesse atentado.
É, no mínimo, lamentável que uma indústria devidamente oficializada, situada no coração de uma região tão exuberante do Amapá não consiga mais continuar a desenvolver suas atividades.
É, no mínimo, lamentável que uma indústria devidamente oficializada, situada no coração de uma região tão exuberante do Amapá não consiga mais continuar a desenvolver suas atividades.
Fabricação da Cachaça
A cana é moída e a garapa, filtrada para retirada de impurezas. Só então começa o processo de fermentação natural com o fubá de milho, isento de aditivos químicos.
A fermentação pode durar de 24h a 36h. O vinho passa por uma nova filtragem e começa o processo de destilação no alambique. O líquido é aquecido e o vapor passa por um tubo que, condensado, sai em outro recipiente como cachaça.
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| Dona Berenice mostra o painel de fotos da família. Nele consta o casal de embaixadores da Alemanha que chegaram a visitar a propriedade anos atrás. |
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