Há um pensamento que diz que a melhor parte de uma viagem é
o caminho, não o destino. E que a ânsia de chegar ao destino nos impede de
apreciar o trajeto. A caminho da praia do Goiabal, município de Calçoene, vale
a pena fazer algumas paradas no trajeto a fim de desfrutar paisagens encantadoras.
Entre elas, essa “invasão” de algas em um igarapé. A foto data de dezembro de
2017.
quinta-feira, 11 de janeiro de 2018
quarta-feira, 10 de janeiro de 2018
sexta-feira, 11 de setembro de 2015
terça-feira, 9 de junho de 2015
FLONA - AMAPÁ
FLONA - AMAPÁ
Fotos: Hélida Pennafort
A Floresta Nacional (FLONA) do Amapá foi a primeira Unidade de Conservação
(UC) de Uso Sustentável criada no Estado do Amapá. No governo do Presidente
José Sarney, no final dos anos 80, o Brasil vivia o contexto das políticas
públicas voltadas para a criação de UC´s. A FLONA foi então criada pelo Decreto
nº 97.630, de 10 de abril de 1989, com área estimada em 412.000 ha
(quatrocentos e doze mil hectares), subordinada e integrante da estrutura
básica do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais
Renováveis, autarquia federal, vinculada ao Ministério do Interior. Seu
perímetro está assim definido: no lado leste, da cabeceira do Rio Falsino até
sua confluência com o Rio Araguari; no limite sul, segue por este rio até sua
confluência com o Rio Mutum; no limite oeste, segue por este rio até sua
cabeceira, e o limite norte é definido pela linha 1º51’4” até a cabeceira do
Rio Falsino, ponto inicial do perímetro.
Aspectos do bioma de Floresta Amazônica
O bioma predominante na FLONA é o
de floresta amazônica. Altamente estratificada, suas árvores dispõem-se em
cinco camadas: uma camada de árvores muito altas e dispersas que se projetam de
50 a 60 metros de altura; seguida pela camada do dossel que forma um tapete
verde com árvores de 25 a 35 metros de altura; o terceiro estrato é composto
por árvores mais baixas, de 15 a 24 metros de altura; arbustos pouco
desenvolvidos e árvores jovens tolerantes à sombra compõem o quarto estrato e,
por último, a camada de herbáceas compostas por ervas e gramíneas altas.
Maria, a macaca-aranha
Nos
arredores da casa-sede do ICMBio, vive Maria, um exemplo clássico do degradante
comportamento humano em relação à fauna silvestre: a jovem macaca-aranha teve
sua mãe morta por caçadores e foi levada junto com seus irmãos pequenos ao
mercado ilegal de animais. Comprada para servir de animal de estimação para uma
família, com o passar do tempo, passou a sofrer maus tratos por parte das
crianças da casa. A situação foi descoberta pelo analista ambiental e chefe da
UC que tomou as medidas adequadas e levou a macaca de volta à floresta. Maria
passou a viver nas proximidades da casa-sede do ICMBio e com as constantes
visitas de estudantes, pesquisadores e outros profissionais aprendeu a
relacionar a presença de humanos com comida fácil. Desde então, qualquer
barulho no saquinho de guloseimas atrai a primata para uma foto.
Habitação na FLONA -AMAPÁ
Um
total de seis família vivem dentro da floresta, que garantem seu sustento a
partir dos recursos oferecidos pela natureza. Mas a cultura da mandioca também
é exercida a fim de prover a quantidade necessária de carboidrato para as
famílias. A roça e uma pequena fábrica, conhecida como “casa de farinha”, onde
a raiz da mandioca é processada, quase que artesanalmente são a estrutura
necessária para que o alimento final chegue às suas mesas. Essas atividades são
feitas na parte da Unidade destinada ao uso para subsistência dos moradores.
A
FLONA pode ser resumida como uma área de grande diversidade de espécies
vegetais por hectare. Em apenas um indivíduo, pode ser observada a associação
de espécies epífitas e briófitas. Toda essa diversidade atrai para a região
amazônica o interesse de pesquisadores de diferentes partes do mundo. Esta
característica, aliada ao alto grau de conservação, gera um importante serviço
prestado pela floresta: o sequestro de carbono.
O
grupo de Unidades de Conservação de Uso Sustentável permite a exploração do
ambiente de maneira a garantir a perenidade dos recursos ambientais renováveis
e dos processos ecológicos, mantendo a biodiversidade e os demais atributos
ecológicos, de forma socialmente justa e economicamente viável. De fato, a
ampla área florestal preservada entre os rios Falsino e Araguari, foi o fator
determinante para a criação da UC.
terça-feira, 9 de abril de 2013
Nota dos movimentos sociais e das entidades sobre o júri de José Claudio e Maria do Espírito Santo.
CPT, movimentos e organizações sociais divulgarm carta de repúdio à decisão do juiz Murilo Lemos Simão que absolveu, no dia 04 de abril, o mandante do assassinato do casal de extrativistas José Cláudio e Maria do Espírito Santo. A nota relata a imparcialidade do juiz antes e durante o julgamento. O mesmo juiz já havia absolvido, ano passado, mandante e pistoleiros responsáveis pela morte de um sindicalista no Pará. Confira o documento na íntegra: Fonte: http://www.cptnacional.org.br/index.php/noticias/12-conflitos/1531-nota-dos-movimentos-sociais-e-das-entidades-sobre-o-juri-de-jose-claudio-e-maria-do-espirito-santo ( acessado em 09 de abril de 2013 )
(Foto: Fora do Eixo)
sexta-feira, 22 de março de 2013
Fotografia do mês de fevereiro.
A Imprensa no Amapá.
A IMPRENSA NO AMAPÁ - Continuação da Postagem do dia 1° de junho de 2012, da Exposição feita pelo Conselheiro Hélio Pennafort na
Reunião do dia 25 de maio de 1994, no Conselho Estadual de Cultura. *
O primeiro veículo de divulgação em áudio que apareceu em
Macapá foi um serviço de alto-falante, inaugurado às 17 horas do dia 25 de
fevereiro de 1945, na Praça Veiga Cabral. Pertencia ao Serviço de Imprensa e
Propaganda do Governo do Território Federal do Amapá. E o primeiro a ocupar seu
microfone foi o Chefe desse serviço, Dr. Paulo Eleutério Cavalcanti Filho, logo
depois de tocada a Marcha Continental, o prefixo. Ele explicou que aquela
aparelhagem destinava-se a divulgar os atos do Governador, notícias da
administração, programas musicais e animar festividades cívicas e eventos
esportivos.
A ideia funcionou. Com o passar dos dias, as proximidades do
serviço de alto-falante virou ponto de concentração dos que queriam se manter
bem informados sobre as iniciativas do Governador naqueles tempos pioneiros do
Território do Amapá.
Com o crescimento da população do Território e o
desenvolvimento das ações governamentais, contudo, o Governo sentiu a
necessidade de ampliar o seu esquema de comunicação social e criou a Rádio
Difusora de Macapá, no dia 11 de setembro de 1946, passando então a contar com
dois órgãos de divulgação de boa penetração, uma vez que já circulava o jornal
“Amapá”, com distribuição em praticamente todos os núcleos populacionais do
Território.
A Rádio Difusora de Macapá começou com 250 watts de potência
num transmissor de ondas médias. Recebeu o prefixo ZYE-2 e o seu slogan era
“Uma Voz do Amapá a Serviço do Brasil”.
Dirigida inicialmente
por Paulo Eleutério Filho e com uma equipe de radialistas extraída do
próprio quadro de funcionários do Governo do Território, a Rádio Difusora de
Macapá chegou a se igualar às melhores emissoras da Amazônia, refletindo muito
bem por aqui a Época de Ouro do Rádio, que o Brasil atravessava.
O avanço da radiofonia era acompanhado tanto no campo
tecnológico quanto na área de programação. A grade de programação da Rádio
Difusora nos primeiros anos consistia em programas musicais pela manhã, “carnet
social” no início da tarde (“carnet social” era o programa que destacava os
aniversários do dia, com o oferecimento de músicas aos aniversariantes). Depois
mais programas musicais, tipo “Peça e Ouça”, até às 18 horas, quando entrava a
prece da Ave Maria, seguida de programas de formação religiosa ou que continham
lições de vida, que nessa época tinham como carro-chefe o Pausa Para Meditação,
produzido e apresentado por Júlio Louzada, um dos maiores radialistas da época.
Às 19 horas entrava a Voz do Brasil, programa obrigatório,
criado por Getúlio Vargas para enaltecer o Estado Novo e que até hoje ainda
frequenta os rádios brasileiros. Só que a duração da Voz do Brasil nesse tempo
era de apenas meia hora. Quando terminava, os locutores anunciavam o Grande
Jornal Falado E-2. Tratava-se de um noticiário denso, muito bem elaborado, que
informava o que de mais importante acontecia no Amapá, no Brasil e no Mundo.
...
...
Após o Jornal Falado, a Rádio Difusora abria espaço para o
rádio-teatro, com a apresentação de novelas de autores nacionais e
dramatizações de episódios da História do Amapá e fatos de grande importância
registrados nesses anos. Havia também programas especiais, como o Clube do Guri
e Desfile de Calouros, apresentados no “palco auditório” da Rádio ou no
Cine-Teatro Territorial. Todas as solenidades cívicas eram transmitidas, como
também as partidas de futebol e as famosas batalhas de confete, que
inicialmente se realizavam na frente do Macapá-Hotel e no Bar do Barrigudo, no
Bairro do Trem.
A partir de 1950, a Difusora passou a contar com um
transmissor de Ondas Curtas, operando na frequência de 4.915 khz, passando a
ser ouvida em todos os quadrantes do Amapá e muito além de suas fronteiras.
Com o passar do tempo, no entanto, a Rádio Difusora de Macapá
teve que substituir aos poucos a sua programação original devido a carência de
recursos humanos, que se acentuou com a saída de grande parte da equipe de
radialistas que atuou na década de 50, principalmente os radioatores,
sonoplastas e produtores de programas. Em 1978, a Rádio Difusora saiu do ar,
cedendo lugar a Rádio Nacional. Foi quando o governo brasileiro criou a
Radiobrás, subordinando a ela todas as emissoras oficiais. Mas com a
transformação do Amapá em Estado, foi a vez da Rádio Nacional ser desativada,
voltando ao ar a Rádio Difusora, em 1989.
Continua...
* O texto foi resumido.
Museu Joaquim Caetano da Silva - Peças do Acervo Arqueológico.
Fotos/informações: Professor/Historiador José Farias
Museu Joaquim Caetano da Silva.
CALÇOENE
URNA FUNERÁRIA COM APLIQUES ZOOMORFOS
URNA FUNERÁRIA
Procedência: Calçoene
Altura: 32,0 cm.
Espessura da Borda: 1,0 cm
Diâmetro : 28,4 cm.
Diâmetro de Bojo 58,0 cm.
Diâmetro de Base : 20,0 cm.
Peso : 12,0 kg
Fase : Aristé séc. XVI a XVII
|
VASILHAME
CURIAÚ
URNA FUNERÁRIA
Procedência: Curiaú
Altura: 31,0 cm.
Espessura da Borda: 1,0 cm
Diâmetro: 23,0 cm.
Diâmetro de Bojo: 30,0 cm.
Diâmetro de Base : 12 ,0 cm.
Peso : 3,0 kg
Fase : Aristé séc. XVI a XVII
|
MAZAGÃO
URNA FUNERÁRIA
URNA FUNERÁRIA ANTROPOMORFA
Procedência: Camaipí - Mazagão
Altura: 60,5 cm.
Espessura da Borda: 1,5 cm
Diâmetro : 48,0 cm.
Diâmetro de Bojo 70,0 cm.
Diâmetro de Base : 20,0 cm.
Peso : 26,0 kg
Fase : Aristé séc. XVI a XVII
|
OIAPOQUE
URNA FUNERÁRIA COM INCISÕES
URNA FUNERÁRIA
VASO
Procedência: Rio Caciporé – Vila Velha - Oiapoque
Altura: 10,0 cm.
Espessura da Borda: 0,8 cm
Diâmetro : 14,0 cm.
Diâmetro de Bojo: 18,0 cm.
Diâmetro de Base : 0,0 cm.
Fase : Aristé séc. XVI a XVII
|
BILHA
PACOVAL
BANDEJA COM APLIQUES ZOOMORFOS
ALGUIDAR
Procedência: Bairro Pacoval
Altura: 13 cm.
Espessura da Borda: 3,5 cm.
Diâmetro: 48,0 cm.
Diâmetro de Bojo: 48,0 cm.
Diâmetro de Base : xx
Peso : 2,80 kg
Fase : Aristé séc. XVI a XVII
|
Procedência: Bairro Pacoval
Altura: 13 cm.
Espessura da Borda: 1,0 cm.
Diâmetro: 37,0 cm.
Diâmetro de Bojo: 37,0 cm.
Diâmetro de Base : 14,0 cm.
Peso : 1,5 kg
Fase : Aristé séc. XVI a XVII
|
URNA COM APLIQUES ANTROPOMORFOS
URNA COM APLIQUES ANTROPOMORFOS
RECIPIENTES
Procedência: Bairro Pacoval
Altura: 48,0 cm.
Espessura da Borda: 0,8 mm
Diâmetro: 25,0 cm.
Diâmetro de Bojo: 25,0 cm.
Diâmetro de Base : 16,5 cm.
Peso : 6,0 kg
Fase : Aristé séc. XVI a XVII
|
Procedência: Bairro Pacoval
Altura: 41,0 cm.
Espessura da Borda: 1,0 cm
Diâmetro : 33,5 cm.
Diâmetro de Bojo: 33,5 cm.
Diâmetro de Base : 10,0 cm.
Peso : 4,0 kg
Fase : Aristé séc. XVI a XVII
|
PRATO
Procedência: Bairro do Pacoval
Altura: 7,5 cm.
Espessura da Borda: 1,0 cm
Diâmetro: 29,0 cm.
Diâmetro de Bojo: 29,0 cm.
Diâmetro de Base : 6,0 cm.
Peso : 300,0 g
Fase : Aristé séc. XVI a XVII
|
TAMPA DE URNA FUNERÁRIA ANTROPOMORFA
Procedência: Bairro do Pacoval
Altura: 14,5 cm.
Espessura da Borda: 0,5 mm
Diâmetro: 19,0 cm.
Diâmetro de Bojo: 19,0 cm.
Diâmetro de Base : xx.
Peso : 300,0 g
Fase : Aristé séc. XVI a XVII
|
URNA FUNERÁRIA ANTROPOMORFA COM GRAFISMO
Procedência: Bairro do Pacoval
Altura: 52,0 cm.
Espessura da Borda: 1,0 mm
Diâmetro: 16,5 cm.
Diâmetro de Bojo: 33,0 cm.
Diâmetro de Base : xx.
Peso : 8,0 g
Fase : Aristé séc. XVI a XVII
|
URNA FUNERÁRIA COM GRAFISMO
Procedência: Bairro do Pacoval
Altura: 31,0 cm.
Espessura da Borda: 1,2 cm
Diâmetro: 29,5 cm.
Diâmetro de Bojo: 43,0 cm.
Diâmetro de Base : 10 ,0 cm.
Peso : 6,0 kg
Fase : Aristé séc. XVI a XVII
|
ALGUIDAR
Procedência: Bairro Pacoval
Altura: 19,0 cm.
Espessura da Borda: 0,8 cm
Diâmetro : 41,5 cm.
Diâmetro de Bojo : 41,5 cm.
Diâmetro de Base :15,0 cm.
Peso : 3 kg
Fase : Aristé séc. XVI a XVII
|
URNA FUNERÁRIA
Procedência: Bairro Pacoval
Altura: 41,0 cm.
Espessura da Borda: 1,0 cm
Diâmetro : 24,0 cm.
Diâmetro de Bojo: 45,0 cm.
Diâmetro de Base : 20,0 cm.
Peso : 9,5 kg
Fase : Aristé séc. XVI a XVII
|
PORTO GRANDE
URNA ANTROPOMORFA FEMININA
VASO COM APLIQUES ANTROPOMORFO
Procedência: Cupixi – Porto Grande
Altura: 19,5 cm.
Espessura da Borda: 0,5 cm
Diâmetro : 14,0 cm.
Diâmetro de Bojo : 19,0 cm.
Diâmetro de Base :13,0 cm.
Peso : 500 g
Fase : Mazagão séc. XIII a XVI
|
SANTA LUZIA DO PACUÍ
URNA FUNERÁRIA COM INCISÕES
Procedência: Santa Luzia do Pacuí
Altura: 56,0 cm.
Espessura da Borda: 0,85 cm
Diâmetro: 21,0 cm.
Diâmetro de Bojo: 51,0 cm.
Diâmetro de Base : 15,0 cm.
Peso : 13,5 kg
Fase : Aristé séc. XVI a XVII
|
SANTO ANTÔNIO DA PEDREIRA
URNA FUNERÁRIA
VASO e RECIPIENTE COM GRAFISMO
URNA FUNERÁRIA
TARTARUGALZINHO
URNA FUNERÁRIA ANTROPOZOOMORFA
URNA FUNERÁRIA C/APLIQUES ZOOMORFOS
UNIFAP
URNA FUNERÁRIA COM INCISÕES
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